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Avaliado no Brasil em 11 de setembro de 2019
Cuidado leitor! Ao meu vê há uma tentativa de manipulação das ideias do texto original. O livro inicia com o depoimento do adaptador sobre a sua percepção da obra (lida, segundo ele, ao 16 anos); ainda segundo ele, 40 anos depois trazia sobre si um antagonismo das ideias expressa no manifesto. Também, nota-se nas suas linhas, uma antipatia pelo estilo de vida dos autores. (locais que frequentava e etc). Já em relação a graphic novel, as figuras alusiva a Karl Marx e as tirinhas demonstram expressões caricatas totalmente distante do bom senso. Próximo do final (obs. o livro não tem páginas numeradas), um desenho alusivo/representativo do resultado último das ideias de Marx; desvela uma multidão de pessoas sem roupas, sem pudor, com nudez exposta (certamente, para ridicularizar/deturpar o pensamento dos autores Karl Marx e Friedrich Engels ou talvez, ele tenha confundido estes com o Marquês de Sade). Ainda nesse caminho de manipulação, os quadrinhos finais do livro, trazem vários desenhos de ditadores sanguinários posteriores à época do manifesto. Sobre isso, o adaptador Martin Rowson não coloca nenhuma nota explicativa das graves alterações feitas entre a teoria e prática desses regimes totalitários. Tudo fica na conta de Marx e Engels.

Por fim, digo que o leitor deve tomar cuidado com esses ataques de feke news modernos. Marx já advertia para a constante luta de classes; ora flagrantemente beligerante, ora de modo sutil/sorrateiramente disfarçada como é o caso em tela.
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3,0 de 5 estrelas Cuidado leitor
Por Wilson em 11 de setembro de 2019
Cuidado leitor! Ao meu vê há uma tentativa de manipulação das ideias do texto original. O livro inicia com o depoimento do adaptador sobre a sua percepção da obra (lida, segundo ele, ao 16 anos); ainda segundo ele, 40 anos depois trazia sobre si um antagonismo das ideias expressa no manifesto. Também, nota-se nas suas linhas, uma antipatia pelo estilo de vida dos autores. (locais que frequentava e etc). Já em relação a graphic novel, as figuras alusiva a Karl Marx e as tirinhas demonstram expressões caricatas totalmente distante do bom senso. Próximo do final (obs. o livro não tem páginas numeradas), um desenho alusivo/representativo do resultado último das ideias de Marx; desvela uma multidão de pessoas sem roupas, sem pudor, com nudez exposta (certamente, para ridicularizar/deturpar o pensamento dos autores Karl Marx e Friedrich Engels ou talvez, ele tenha confundido estes com o Marquês de Sade). Ainda nesse caminho de manipulação, os quadrinhos finais do livro, trazem vários desenhos de ditadores sanguinários posteriores à época do manifesto. Sobre isso, o adaptador Martin Rowson não coloca nenhuma nota explicativa das graves alterações feitas entre a teoria e prática desses regimes totalitários. Tudo fica na conta de Marx e Engels.

Por fim, digo que o leitor deve tomar cuidado com esses ataques de feke news modernos. Marx já advertia para a constante luta de classes; ora flagrantemente beligerante, ora de modo sutil/sorrateiramente disfarçada como é o caso em tela.
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