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Avaliado no Brasil em 3 de abril de 2020
O Livro negro do comunismo é um calhamaço que possui, no total, 917 páginas, incluindo algumas com fotos para melhorar o entendimento dos assuntos. Algumas são chocantes: trazem cenas horríveis de fome, mortes, canibalismo e por aí vai. O livro busca revelar os acontecimentos que são, na maior parte das vezes, desconhecidos. Vale lembrar que o livro não é escrito apenas por um autor e sim por vários. O livro não poupa comentários: trata de tudo, sem exageros. Fala de Lenin, Stalin, polícia secreta, expropriação, coletivização e por aí vai. Duas coisas me incomodaram muito: no começo, os autores tentam, exageradamente, comparar o nazismo com o comunismo. Esse argumento, essa comparação é totalmente errônea e já foi refutada por acadêmicos do mundo todo. O próprio Hitler (e todos os seguidores dessa ideologia) são contra os comunistas e, além disso, os próprios pregam que existe uma raça superior a outra coisa que, na teoria e na prática marxista, não vemos. A segunda coisa que me incomodou foi que, quando um dos autores vai falar sobre a China maoísta, ele diz que os soldados usavam frequentemente fornalhas para matarem opositores do regime. Quando pesquisei sobre essas supostas ações, não achei nada. Isso, infelizmente, atrapalhou a leitura e me desanimou. Acabei abandonando o livro e parei na página 642.
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