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Avaliado no Brasil em 5 de fevereiro de 2020
Distopia escrita entre 1920 e 1921 pelo russo Ievguêni Ivánovitch Zamiátin, só pôde ser lançado no ano de 1924 em Nova Iorque pois o escritor sofria perseguição na União Soviética e teve algumas de suas obras censuradas. Neste romance futurista distópico um engenheiro, chamado de D-503, faz um relato pessoal de um período de sua vida no Estado Único, entidade governamental totalitária que dita a vida de seus cidadãos nos mínimos aspectos. As pessoas perderam sua liberdade, suas famílias, sua privacidade e até seus nomes, e acham isso bom pois acreditam que chegaram ao ápice da sociedade, vivendo de forma totalmente racional. Vivem em residências de vidro e não tem família pois as crianças geradas nas relações sexuais (também controladas) são criadas e educadas pelo Estado Único, do qual recebem uma identificação alfanumérica ao invés de um nome. O governante é chamado de Benfeitor, que é visto pelos cidadãos quase como uma entidade divina. É neste cenário que D-503 conhece I-330, com a qual terá uma relação que irá levá-lo a perigosos questionamentos. Esta edição da Editora Aleph também trás uma resenha de George Orwell e uma carta de Zamiátin solicitando a Stálin permissão para morar na França e assim poder exercer sua profissão (escritor) sem restrições. Considerado por muitos como a primeira distopia, “Nós” serviu de inspiração para Aldous Huxley escrever Admirável Mundo Novo e para George Orwell escrever 1984.
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