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Avaliado no Brasil em 20 de fevereiro de 2020
Como toda obra de william Sahkespeare (ou pelo menos todas as que li até aqui) esta também é escrita em formato de peça teatral. Num primeiro momento, o formato da leitura se apresenta um tanto quanto estranho, mas acabamos nos acostumando.

O livro em si narra a história de Macbeth, capitão do exercito da Escócia que, ao retornar do campo de batalha acompanhado de Banquo (também capitão), se depara com 3 bruxas, as quais lhe revelam que ele ascenderia ao trono do Rei Duncan (Rei da Escócia) mas que, no entanto, seriam os descendentes de Banquo quem herdariam o trono no final, e nãos os seus.

Com base nessas revelações, a trama se desenrola em volta das ambições de Macbeth, que se torna Rei da Escócia e, uma vez Rei, se dispõe a realizar feitos incompatíveis com sua própria natureza a fim de evitar que as profecias outrora reveladas se cumpram por completo, evitando-se assim, a ascensão dos herdeiros de Banquo ao trono por ele ocupado.

De maneira aprofundada (e aqui ressalto que se trata da interpretação que extraí da obra), a história tenta retratar a ambição de um indivíduo que, ao ascender ao poder, é capaz de contrariar os seus princípios mais básico e, consequentemente, realizar atrocidades das mais variadas para se perpetuar na posse de tal poder. Chegando ao ponto de se tornar irreconhecível frente às suas ambições.

É, com certeza, uma leitura interessante e envolvente. No entanto, estejam preparados para se depararem com uma linguagem um pouco rebuscada. Por mais que a tradução tenha sido fiel à original, a linguagem em si, no meu ponto de vista, não é tão acessível assim.
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