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Heart of Darkness: A Joseph Conrad Trilogy (English Edition) por [Joseph Conrad, Masterpiece Everywhere]

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Heart of Darkness: A Joseph Conrad Trilogy (English Edition) eBook Kindle

4,4 de 5 estrelas 84 avaliações de clientes

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Descrição do produto

Capa Interna

With an Introduction by Caryl Phillips
Commentary by H.L. Mencken, E.M. Forster, Virginia Woolf, Ernest Hemingway, Bertrand Russell, Lionel Trilling, Chiua Achebe, and Philip Gourevitch

"Heart of Darkness," which appeared at the very beginning of our century, was a Cassandra cry announcing the end of Victorian Europe, on the verge of transforming itself into the Europe of violence," wrote the critic Czeslaw Milosz.
        
Originally published in 1902, Heart of Darkness remains one of this century's most enduring--and harrowing--works of fiction. Written several years after Conrad's grueling sojourn in the Belgian Congo, the novel tells the story of Marlow, a seaman who undertakes his own journey into the African jungle to find the tormented white trader Kurtz. Rich in irony and spellbinding prose, Heart of Darkness is a complex meditation on colonialism, evil, and the thin line between civilization and barbarity. This edition contains selections from Conrad's Congo Diary of 1890--the first notes, in effect, for the novel which was composed at the end of that decade.
Virginia Woolf wrote of Conrad, "His books are full of moments of vision. They light up a whole character in a flash. . . .  He could not write badly, one feels, to save his life." --Este texto se refere à edição paperback.

Sobre o Autor

Jospeh Conrad (1957-1924) grew up amid political unrest in Russian-occupied Poland. After twenty years at sea with the French and British merchant navies, he settled in England in 1894. Over the next three decades he revolutionized the English novel with works such as Typhoon (1902), Youth (1902), Nostromo (1904), The Secret Agent (1907), Under Western Eyes (1911), Chance (1913), and Victory (1915).

Caryl Phillips
is the author of many works of fiction and nonfiction. His novel A Distant Shore won the Commonwealth Writers' Prize and was a finalist for the PEN/Faulkner Award. His other awards include the Martin Luther King Memorial Prize, a Guggenheim Fellowship, and the James Tait Black Memorial Prize. Phillips is a Fellow of the Royal Society of Literature and lives in New York City. --Este texto se refere à edição paperback.

Detalhes do produto

  • ASIN ‏ : ‎ B09L56TY9G
  • Editora ‏ : ‎ Masterpiece Everywhere (5 novembro 2021)
  • Idioma ‏ : ‎ Inglês
  • Tamanho do arquivo ‏ : ‎ 2254 KB
  • Leitura de texto ‏ : ‎ Habilitado
  • Leitor de tela ‏ : ‎ Compatível
  • Configuração de fonte ‏ : ‎ Habilitado
  • X-Ray ‏ : ‎ Não habilitado
  • Dicas de vocabulário ‏ : ‎ Habilitado
  • Número de páginas ‏ : ‎ 124 páginas
  • Avaliações dos clientes:
    4,4 de 5 estrelas 84 avaliações de clientes

Sobre o autor

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Avaliações de clientes

4,4 de 5 estrelas
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Principais avaliações do Brasil

Avaliado no Brasil em 30 de setembro de 2021
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4,0 de 5 estrelas Serviu como base ao espetacular roteiro de Apocalipse Now.
Por Silviozs_G em 30 de setembro de 2021
Heart of Darkness, do escritor Joseph Conrad, é uma novela curta que discorre sobre o presente e o passado em seus conflitos intermitentes, travados não em sua divisão temporal, mas em forças opostas vivendo neste exato momento em pólos totalmente divergentes, social, étnica e tecnologicamente. Logo antes do início do romance, primeiramente publicado em 1902, o escritor nigeriano, Chinua Achebe, tece comentários nos quais as críticas à obra de Conrad tratam basicamente do conteúdo racista, às vezes subliminar; outras, muito claro ao se referir às diferenças culturais que envolvem os dois continentes. A Europa pós-revolução industrial e  civilizada serve a todo momento como parâmetro para justificar as atrocidades cometidas pelo explorador do imperialismo britânico, no qual as interferências servem como fundamento à modernização e civilidade de uma África "desumanizada". Obviamente, as discussões não se resumem a uma suposta tese de redenção de toda uma sociedade, mas as causas e consequências de relações estabelecidas por meio de supressão de direitos de autonomia de um povo sob a precedência de outro. O jovem Charlie Marlow, homem do mar, é conduzido à função de comando de um barco cuja missão é subir o rio Congo na tentativa de resgate do moribundo senhor Kurtz, último comandante e responsável pelo envio de marfim à Coroa Britânica.
À medida em que a viagem inicia, estabelece-se a construção da personalidade de Kurtz e uma espécie de admiração idílica se configura, à medida em que a psique se transforma rapidamente num modelo de idolatria mística.
O mal que acomete Kurtz serve como pano de fundo para a jornada a seu posto localizado na última curva do Congo e, consequentemente, o mais imediato restabelecimento do comércio entre os dois países. Porém, o resgate torna-se um desafio em razão da mudança de ideário colonizador de Kurtz e suas experiências no "coração das trevas" (título do livro em português). As tramas desenvolvidas pelas relações de comércio e suas implicações sociais decorrentes da própria exploração colonizadora tornam-se catalisadoras de uma nova e indesejável postura do ex-aliado da Coroa. A recusa à continuidade do envio da valiosa matéria-prima serve como metáfora a um modelo inacabado de revolução social e que representaria uma cisão com o arquétipo imperialista e total subversão dos papéis aos quais eram submetidas, de forma precária e desumana, todas as instâncias colonizadas. As trevas, com as quais o comandante Kurtz depara-se, faz com que uma conexão interna seja estabelecida, obrigando-o a confrontar-se com sua própria escuridão. O conceito de civilização é, dessa forma, questionado a partir do momento em que seu papel é revertido, interiormente, transformando-se, ele próprio, em agente questionador das velhas relações entre dois mundos cultural e socialmente opostos. O capitão toma para si a tarefa de representante, idealizador intelectual de uma mudança de postura do ser colonizado e dependente para a de protagonista de sua autonomia e independência econômico-social. O império colonizador torna-se, assim, tão selvagem quanto suas colônias, posto que vítima e algoz de suas próprias ações. A desumanização que advém das sucessivas políticas de exploração do trabalho e dos recursos naturais de um povo serve como elemento fundamental para a própria escravidão do explorador, pois à medida em que nos aproximamos da escuridão intrínseca da alma do desconhecido, acabamos por confrontar a nossa própria desumanidade.
A humanidade, enfim, concretiza-se através das constantes tentativas em construirmos pontes que redefinam, em última instância, o conceito de civilização e humanidade. Kurtz viraria, neste sentido, a epítome dessa conceituação. A Europa se torna iluminada graças à confrontação com a escuridão de uma África primitiva, essencial e em carne viva.
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Avaliado no Brasil em 12 de setembro de 2020
Compra verificada

Principais avaliações de outros países

Wennie
5,0 de 5 estrelas A fictitious story written after the author's travels to the Congo.
Avaliado no Reino Unido em 28 de setembro de 2017
Compra verificada
Saurav
1,0 de 5 estrelas Missing pages!
Avaliado na Índia em 5 de setembro de 2020
Compra verificada
Amazon Customer
5,0 de 5 estrelas Good quality printing; Great book
Avaliado no Canadá em 3 de dezembro de 2020
Compra verificada
Amazon Customer
5,0 de 5 estrelas The last word he pronounced was...
Avaliado nos Estados Unidos em 7 de janeiro de 2022
Compra verificada
C. Ebeling
5,0 de 5 estrelas Excellent edition of classic novel
Avaliado nos Estados Unidos em 21 de maio de 2007
Compra verificada