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Escrever melhor: guia para passar os textos a limpo por [Arlete Salvador, Dad Squarisi]

Escrever melhor: guia para passar os textos a limpo eBook Kindle

4,7 de 5 estrelas 157 classificações

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Descrição do produto

Sobre o Autor

Dad Squarisi transita com desenvoltura pelo universo da língua. É editora de Opinião do Correio Braziliense, comentarista da TV Brasília, blogueira, articulista e escritora. Assina as colunas Dicas de Português e Diquinhas de Português, publicadas por jornais de norte a sul do país; Com Todas as Letras, na revista Agitação, e Língua Afiada, na Revista do Ministério Público de Pernambuco. Formada em Letras, com especialização em Linguística e mestrado em Teoria da Literatura, concentra o interesse, sobretudo, na redação profissional – o jeitinho de dizer de cada especialidade, cada grupo, cada mídia. Mas é tudo português. A experiência como professora do Instituto Rio Branco, consultora legislativa do Senado Federal e jornalista do Correio Braziliense iluminou o caminho dos livros. Pela Contexto é autora de “Dicas da Dad”, “Mais dicas da Dad – Português com humor” (ambos fora de catálogo); e diversos outros livros.

Arlete Salvador é jornalista especializada em política e mestre em Relações Internacionais pela Universidade de Birmingham, na Inglaterra. Durante 20 anos de carreira jornalística, trabalhou em alguns dos mais prestigiosos órgãos de imprensa do país, como a revista Veja e os jornais O Estado de S. Paulo e Correio Braziliense. Nesse tempo, escreveu centenas de reportagens, artigos analíticos e uma coluna de notas sobre os bastidores do poder em Brasília, o que despertou seu interesse pela história de grandes líderes políticos e pelo exercício da Língua Portuguesa. É autora dos livros "A arte de escrever bem", "Escrever melhor", "Como escrever para o Enem", "Cleópatra", "Escrever bem no trabalho" e coautora no livro "O Brasil no Contexto - 1987-2017", todos publicados pela Contexto. --Este texto se refere à edição paperback.

Detalhes do produto

  • ASIN ‏ : ‎ B00AEFTVRE
  • Editora ‏ : ‎ Editora Contexto (26 novembro 2012)
  • Idioma ‏ : ‎ Português
  • Tamanho do arquivo ‏ : ‎ 1175 KB
  • Leitura de texto ‏ : ‎ Habilitado
  • Configuração de fonte ‏ : ‎ Habilitado
  • Dicas de vocabulário ‏ : ‎ Não habilitado
  • Número de páginas ‏ : ‎ 282 páginas
  • Avaliações dos clientes:
    4,7 de 5 estrelas 157 classificações

Avaliação de clientes

4,7 de 5 estrelas
4,7 de 5
157 classificações globais
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Principais avaliações do Brasil

Avaliado no Brasil em 18 de janeiro de 2018
Compra verificada
49 pessoas acharam isso útil
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50 PRINCIPAIS AVALIADORES
Avaliado no Brasil em 15 de janeiro de 2019
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3,0 de 5 estrelas Dá várias dicas interessantes, mas é superficial e um pouco excessivo nas regras
Por Thiago Luzzi em 15 de janeiro de 2019
O livro tem cerca de 220 páginas e é de rápida leitura. Na primeira parte, as autoras abordam questões de estilo (princípios da clareza, concisão e objetividade etc.); avançam sobre regras gramaticais na segunda e na terceira partes (mais longas); e concluem retomando o tema da boa redação de textos, propondo a reescrita de vários trechos com base em regras apresentadas nos capítulos anteriores.

No que concerne à gramática, pouco há que retocar do ponto de vista técnico. Há aqui e ali algum exagero, passando-se por vedação coisa que é mais questão de bom gosto que de erro. Além disso, várias regras são acompanhadas de justificativas superficiais: ainda que possuam um fundamento técnico, sério e consistente, este frequentemente não é bem apresentado.

Ao longo de todo o volume, vemos a insistência das autoras em fazer brincadeiras no estilo "professor de cursinho", dizendo que tal assunto dá um "nó nos miolos", que tal palavra é "preguiçosa", que a outra é "metida a besta", e assim por diante, num acumulado de frases feitas e piadinhas que perde toda a graça por conta do exagero. O efeito "mnemônico" que poderia resultar dos trocadilhos simplesmente se esvai, e o texto fica pontilhado de palavras inúteis. Já quando as autoras vão mais fundo num tema, como é o caso da derivação dos tempos verbais, aí o aprendizado é garantido.

Quando o manual apresenta orientações estilísticas, há perceptível excesso de regramentos. Fica claro que as autoras não conseguem sustentar de modo igualmente robusto todas as normas que despejam sobre nós — mas nem por isso põem freios a seu ímpeto legislador. Tal fato fica mais evidente no último capítulo, quando, com o intuito de "melhorar" alguns parágrafos, vão cortando tudo, palavras, linhas, frases, até que o texto vire completamente outro; há, sem dúvida, um valor didático nesses exercícios, mas o efeito maior é a mutilação do original, com omissão de idéias, mudanças de ênfase, perda, enfim, do sentido inicial.

Por derradeiro, cabe alertar que o livro tem um probleminha de diagramação: em algumas linhas, os caracteres encontram-se por demais condensados, quase inexistindo espaço entre palavras, o que prejudica a legibilidade.

Em resumo: É uma boa revisão das dificuldades de nossa gramática, para quem tem algum conhecimento do assunto, mas um iniciante terá sem dúvida uma má impressão a respeito de nossa língua, em meio a tantas regras. Quanto às dicas de estilo, há as exageradas, mas algumas são bacanas: evitar os pronomes possessivos, usar exemplos para fortalecer a argumentação, tentar ser sintético, prestar atenção às palavras que dizem pouco ou "diluem" o sentido. Não chega a ser um grande manual de escrita, e de modo algum é leitura indispensável.

P.S.: HÁ NOS COMENTÁRIOS UMA PERGUNTA, RESPONDIDA, SOBRE INDICAÇÕES DE LIVROS.

- THIAGO E. L. G.
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500 PRINCIPAIS AVALIADORES
Avaliado no Brasil em 11 de agosto de 2017
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Avaliado no Brasil em 26 de agosto de 2020
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2,0 de 5 estrelas Erro crasso!
Por Edgar Alberto de Melo Azevedo em 26 de agosto de 2020
Parte de princípio com viés na análise.
Exempli gratia, não sabe a diferença entre raciocínio dedutivo e indutivo, muito menos de conclusão dedutivamente válida ou indutivamente forte.

Não é a toa, que comete uma falha grotesca ao exigir que trabalhos científicos quantititativos sejam assertivos nos seus enunciados. Quando o fato de serem assertivos à priori ou à posteriori da pesquisa já abre brecha pra serem questionandos.

Em tempo, um trabalho quantitativo, trabalha com probabilidade, e a probabilidade nunca, nunca, mas nunca é igual a 100%.

Quanto a pergunta: "Você leria até o fim uma dissertação que só se propusesse a investigar?"
Obviamente que sim, pois qualquer trabalho poder incorrer no fato de ser inconclusivo ou não estatisticamente significativo, ou de ter viés em sua própria metodologia.

Esse capítulo foi misto de falha com arrogância de quem não deve nunca ter feito pesquisas quantitativas.
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Avaliado no Brasil em 3 de agosto de 2017
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500 PRINCIPAIS AVALIADORES
Avaliado no Brasil em 16 de outubro de 2020
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Principais avaliações de outros países

Cliente Kindle
5,0 de 5 estrelas Maravilhoso
Avaliado nos Estados Unidos em 14 de junho de 2020
Compra verificada